quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Eu, mulher divergente

Mulher afronta

Mulher sem medo

Na exposição exaustiva

Da agressividade suave

Das palavras corriqueiras

Das confusas existentes

Dos caminhos que querem

Que eu siga

O sinal vermelho do olhar



As setas para as certas

Vou para onde vou

Ultrapasso direções



Helena Calil

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1 Comentários:

Às 12 de janeiro de 2009 às 23:56 , Blogger Marluce disse...

Helena Calil, poeta de São José dos Campos, me transmite uma sensação de ser audaz,de ser ela mesma sem influências ou repressões, para que seguindo seu próprio caminho, ela se reaize como pessoa ou poeta, não sei.

 

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