Eu, mulher divergente
Mulher afronta
Mulher sem medo
Na exposição exaustiva
Da agressividade suave
Das palavras corriqueiras
Das confusas existentes
Dos caminhos que querem
Que eu siga
O sinal vermelho do olhar
As setas para as certas
Vou para onde vou
Ultrapasso direções
Helena Calil
Marcadores: outono


1 Comentários:
Helena Calil, poeta de São José dos Campos, me transmite uma sensação de ser audaz,de ser ela mesma sem influências ou repressões, para que seguindo seu próprio caminho, ela se reaize como pessoa ou poeta, não sei.
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial